Uma
sociedade necessita de atenção realística e critica quantos aos próprios erros,
não apenas imprudentes, mas também de erros pessoais e impessoais, trata-se de
uma atenção carregada de moral e razão critica e libertina.
Por volta de 1877, século XIX, Lisboa sofre do mal impessoal, imoral e pecaminoso aos olhos religiosos, vivenciando a era Burguesa. Contradizendo certas novelas, livros e outros romances tradicionais, Eça de Queiroz, enfatiza a realidade e se aproxima da naturalidade no livro “O primo Basílio” (1878) que faz parte de uma trilogia, com mais dois livros chamados: “O crime do Padre Amaro” (1875) e “Os Maias” (1888), com a intenção de estudar e criticar a Burguesia, atual sociedade predominante na época. O amor, a compaixão, o ego e a felicidade são retratados tão deprimentes e como sentimentos perdidos pela sociedade.
Por volta de 1877, século XIX, Lisboa sofre do mal impessoal, imoral e pecaminoso aos olhos religiosos, vivenciando a era Burguesa. Contradizendo certas novelas, livros e outros romances tradicionais, Eça de Queiroz, enfatiza a realidade e se aproxima da naturalidade no livro “O primo Basílio” (1878) que faz parte de uma trilogia, com mais dois livros chamados: “O crime do Padre Amaro” (1875) e “Os Maias” (1888), com a intenção de estudar e criticar a Burguesia, atual sociedade predominante na época. O amor, a compaixão, o ego e a felicidade são retratados tão deprimentes e como sentimentos perdidos pela sociedade.
Os
personagens do livro relatam em suas falas, carências, egoísmo, rancor,
compaixão e patriotismo distorcido. A utopia distorcida tem seu nome no livro,
um lugar horrendo e debochado, consegue ser atração para um amor proibido. Dentro dos principais personagens observa-se
atentamente a critica do autor sobre a sociedade. Caracteriza no homem ao se
tornar amante de uma mulher; o cinismo, que o leva para as calunias, com
sentimentos confusos e deprimentes, deixando qualquer mulher indefesa, tratando
assim de dois objetos. A realidade foi bem retratada, com pouco tempo de
leitura é possível sentir o desgosto e a decadência de uma sociedade lisboeta.
Depois desta leitura o leitor irá se perguntar “ Toda mulher merece um amante?”.
Enfim,
o livro “O primo Basílio” merece grande atenção aos aspectos sentimentais existentes
nessa trama, embora crítico, o livro traz cosigo um toque artístico e musical,
que fascina o leitor pela obra, mesmo com sentimentos conturbados, certos
personagens encontram expressão e respostas para o que sentem na música e na
arte. Traição, amor contraditório e filosofia despercebida, é a reflexão de Eça
de Queiroz para o mundo.
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