domingo, 28 de novembro de 2010

Uma poema quase terrorista


Poema banido da noite da poesia da escola Conselheiro Crispiniano, por más causas de avaliações radicais; 

Eu digo o que eu vejo,
eu digo tudo o que escuto,
o mundo perdido e imundo,
todos tem o direito de agir
e de se conduzir,
talvez alguém lerá o que escrevi?
o estilo é tudo,
esse povo que acredita em tudo,
tudo o que os outros dizem,
minha liberdade não é sempre
a mesma que a sua,
pois tudo que tu faz de errado,
tem uma consequência,
é por isso que eu digo,
o que eu vejo, tudo o que escuto
Palavras nas bocas de sábios,
sábios que não sabem de nada,
liberdade é poder cair e depois levantar e
gritar para alguém te ouvir

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